Aluna:
Silvia Helena Viana da Silva Falcão
“Uma onda formidável começa a alcançar a
educação brasileira de Norte a Sul, movidas pela certeza de que diferenças não
são deficiências, muda o olhar do professor e, por essa nova visão mudará em
breve o olhar de todos os brasileiros.”
Celso Antunes
A inclusão de alunos com deficiências em salas de
aula ditas regular, ainda é um desafio para professores que se deparam com
alunos que têm deficiências e que necessitam de ajuda para aprenderem a lidar
com esses alunos.
Vivendo a educação especial em uma perspectiva da
inclusão, foi sancionada uma lei que legalizava o atendimento educacional
especializado nas salas de recursos multifuncionais como estratégia para
fornecer o atendimento para alunos com necessidades educacionais especiais,
utilizando estratégias de aprendizagem, evidenciando um novo fazer pedagógico,
onde venha a favorecer a construção de conhecimentos pelos alunos,
subsidiando-os para que desenvolvam o currículo e participem da vida escolar,
tendo assim um olhar a mais, com teor pedagógico e procurando vencer as
barreiras externas que as vezes as deficiências causam ao potencial humano.
De acordo com o Brasil (2010),
o atendimento
educacional especializado é um serviço da educação especial que: “identifica,
elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as
barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades
especificas “( SEESP/MEC,2008).
O professor de AEE possui um papel muito importante
no contexto educacional inclusivo, pois ele é responsável em fazer a ponte
entre o aluno que apresenta necessidades educativas especiais e o professor da
sala de ensino regular, também propícia ao aluno recursos e estratégias
pedagógicas específicas (adaptação curricular, adaptação de materiais) a cada
aluno e a cada deficiência, sempre valorizando as habilidades e competências
que esses alunos apresentam. Dessa forma o professor de AEE não se detém a
deficiência, mas sim as potencialidades dos alunos, valorizando cada ação e
progresso referente às situações de aprendizagens, na conquista da autonomia do
aluno nas situações das atividades de vida diárias e etc.
O estudo de caso tem uma relevante importância para
o trabalho do professor de AEE, pois ele serve como referencial, onde traz todo
o histórico do aluno, no estudo de caso encontramos toda a trajetória do aluno,
desde seu nascimento, família, deficiência, seu desenvolvimento infantil, seus
aspectos cognitivos, referentes a sua aprendizagem, suas dificuldades, seu
comportamento social, afetivo. É através do estudo de caso que o professor de
AEE consegue fazer um estudo minucioso sobre os alunos específico e a partir dele,
fazer seu plano de AEE, tendo o objetivo de nortear todo o trabalho de
atendimento, visando o melhor desenvolvimento do aluno, priorizando as suas
potencialidades, suas habilidades e suas competências. Nele o professor de AEE
vai especificar as atividades a serem realizadas com os alunos, sempre levando
em consideração o que o aluno é capaz de fazer, nunca focando a deficiência,
mas na habilidade e potencial do aluno.
Oi Silvia... Bastante interessante o teu fechamento com essa "introdução ao tema" e essa finalização sobre a valorização do potencial e habilidade do educando!!! Parabéns!!!
ResponderExcluirAchei bastante pertinente o seu texto, sobretudo por abordar o papel do professor de AEE em atuar como “ponte” entre o aluno que apresenta necessidades educativas especiais e o professor da sala comum. Isso, de fato, é relevante, uma vez que o trabalho de inclusão desse aluno deve envolver a escola como um todo. Ademais, dentro dessa perspectiva, como bem colocado em seu texto, o estudo de caso torna-se indispensável, haja vista funcionar, entre outras coisas, como referencial para a realização do atendimento que ao aluno será dispensado.
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