SUPER NORMAIS – O PODER DA DIFERENÇA.
A tirinha de 30/01/2013, em preto e branco, com um quadro, apresenta duas crianças: um menino em cadeira de rodas e uma menina de cabelos presos e vestido de bolinhas. Os dois estão parados no lado esquerdo, em um parque, olhando para uma gangorra de madeira, no outro lado. O menino diz: Os meus pais me ensinaram que esse brinquedo se chama vida. A menina esboça um leve sorriso.
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS
Narração: Marcelo Sanches
A Audiodescrição é um recurso de que dá acesso de compreensão à pessoa com deficiência visual em situações que exigem a percepção visual como: Filmes, TV, peças de teatro, eventos pedagógicos, simpósios, congressos, palestras que de algumas formas exige informação sonora.
O professor deve utilizar se desse recurso para a contação de história, para um filme que é passado em sala de aula. E nesta atividade com tirinhas o professor poderá descrever todo o cenário da tirinha, pedir para que os alunos reproduzam de maneira imaginária a tirinha, conta uma história a partir da tirinha e etc.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Descrição e Audiodescrição
SUPER NORMAIS – O PODER DA DIFERENÇA.
A tirinha de 30/01/2013, em preto e branco, com um quadro, apresenta duas crianças: um menino em cadeira de rodas e uma menina de cabelos presos e vestido de bolinhas. Os dois estão parados no lado esquerdo, em um parque, olhando para uma gangorra de madeira, no outro lado. O menino diz: Os meus pais me ensinaram que esse brinquedo se chama vida. A menina esboça um leve sorriso.
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS
Narração: Marcelo Sanches
A Audiodescrição é um recurso de que dá acesso de compreensão à pessoa com deficiência visual em situações que exigem a percepção visual como: Filmes, TV, peças de teatro, eventos pedagógicos, simpósios, congressos, palestras que de algumas formas exige informação sonora.
O professor deve utilizar se desse recurso para a contação de história, para um filme que é passado em sala de aula. E nesta atividade com tirinhas o professor poderá descrever todo o cenário da tirinha, pedir para que os alunos reproduzam de maneira imaginária a tirinha, conta uma história a partir da tirinha e etc.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Jogos para alunos com Deficiência Intelectual
" A alma dos diferentes é feita
de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os
poucos capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão tesouros da
ternura humana dos quais só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de
um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo
depois". (Arthur
da Távola)
Quebra - cabeça
O jogo de quebra-cabeça é muito importante para se trabalhar
com alunos que apresenta deficiência intelectual, pois desenvolve várias habilidades cognitivas.
Utilizando um
quebra-cabeça
Fazemos muitas deduções quando executamos um quebra-cabeça porque já montamos um anteriormente. Isto quer dizer que muitas pessoas que ensinam o manuseio deste brinquedo ou tipos semelhantes às crianças, ensinam erradamente. Não é efetivo espalharmos o quebra-cabeça quando o tiramos da caixa, com as peças todas separadas na frente da criança, ou colocar talvez algumas peças juntas e esperar que ela termine a montagem.
Fazemos muitas deduções quando executamos um quebra-cabeça porque já montamos um anteriormente. Isto quer dizer que muitas pessoas que ensinam o manuseio deste brinquedo ou tipos semelhantes às crianças, ensinam erradamente. Não é efetivo espalharmos o quebra-cabeça quando o tiramos da caixa, com as peças todas separadas na frente da criança, ou colocar talvez algumas peças juntas e esperar que ela termine a montagem.
Comece de
outro jeito e as coisas ficam diferentes!
1. Monte você mesmo o quebra-cabeça e converse acerca dele.
2. Tire uma de suas peças.
3. Faça com que a criança reponha a peça. Ela terminou? Diga-lhe que isso é um sucesso alcançado!
4. Tire outra peça, ou talvez a primeira que removeu e mais uma.
5. Faça com que a criança complete o jogo. Ela teve sucesso mais uma vez!
6. Repita a ação com outras peças.
Esta técnica, chamada encadeamento é muito útil quando é importante evitar o fracasso. Simplesmente, comece do fim e dê uma marcha ré. Isso é muito bom para qualquer brinquedo sequencial: um quebra-cabeça, um ábaco, jogos de construção e muitos outros.
Atenção: problemas poderão ocorrer quando não houver contato de olhos (com você ou com o brinquedo): quando a criança adormece, tem conduta destrutiva ou agressiva. Devemos evitar acomodações, perda de iniciativa ou tendência ao isolamento.
1. Monte você mesmo o quebra-cabeça e converse acerca dele.
2. Tire uma de suas peças.
3. Faça com que a criança reponha a peça. Ela terminou? Diga-lhe que isso é um sucesso alcançado!
4. Tire outra peça, ou talvez a primeira que removeu e mais uma.
5. Faça com que a criança complete o jogo. Ela teve sucesso mais uma vez!
6. Repita a ação com outras peças.
Esta técnica, chamada encadeamento é muito útil quando é importante evitar o fracasso. Simplesmente, comece do fim e dê uma marcha ré. Isso é muito bom para qualquer brinquedo sequencial: um quebra-cabeça, um ábaco, jogos de construção e muitos outros.
Atenção: problemas poderão ocorrer quando não houver contato de olhos (com você ou com o brinquedo): quando a criança adormece, tem conduta destrutiva ou agressiva. Devemos evitar acomodações, perda de iniciativa ou tendência ao isolamento.
Áreas trabalhadas:
·
Raciocínio lógico;
·
Abstração;
·
Percepção;
·
Atenção;
·
Movimento de pinça;
·
Esquema de pensamento;
·
Espaço;
·
Forma;
·
Coordenação motora fina e grossa;
·
Seriação;
·
Reversibilidade;
Fonte:
Derek Blackburn (Londres)| traduzido por Nylse Cunha,
diretora do Instituto Indianópolis e fundadora da 1ª Brinquedoteca Brasileira.
diretora do Instituto Indianópolis e fundadora da 1ª Brinquedoteca Brasileira.
sábado, 7 de setembro de 2013
Tecnologia Assistiva
TECNOLOGIA ASSISTIVA
A tecnologia Assistiva é uma área que procura resolver com muita criatividade e funcionalidade problemas de pessoas com deficiência, fazendo com que essas pessoas encontrem alternativas para que as tarefas do cotidiano sejam realizadas de outro modo.
COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA
A comunicação alternativa destina-se a pessoa sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever. Oferece a essas pessoas a valorização de todas as formas expressivas de comunicação, proporcionando dignidade e cidadania à pessoas com deficiência na forma de se expressar.
CARTÕES DE COMUNICAÇÃO
Na imagem acima vemos vários cartões de comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por apresentar uma cor de moldura diferente: cor de rosa são os cumprimentos e demais expressões sociais; os amarelos são os sujeitos, os verdes são representações de verbos, os laranjas são os substantivos, os azuis são os adjetivos e os brancos são os símbolos diversos que não se enquadram nas categorias anteriormente citados.
Estes cartões podem ser utilizados em uma aula de contação de histórias, onde o alunos com deficiência possa recontar a história que o professor contou, também se pode explorar análise sintática e o léxico, envolvendo todos os alunos nessa atividade, tanto os falantes e não falantes.
O aluno com a utilização dos cartões de comunicação pode desenvolver a habilidade de comunicação, sendo capaz de conquistar a sua autonomia e de suprir suas necessidades básicas.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
AEE_Fechamento_Silvia
Aluna:
Silvia Helena Viana da Silva Falcão
“Uma onda formidável começa a alcançar a
educação brasileira de Norte a Sul, movidas pela certeza de que diferenças não
são deficiências, muda o olhar do professor e, por essa nova visão mudará em
breve o olhar de todos os brasileiros.”
Celso Antunes
A inclusão de alunos com deficiências em salas de
aula ditas regular, ainda é um desafio para professores que se deparam com
alunos que têm deficiências e que necessitam de ajuda para aprenderem a lidar
com esses alunos.
Vivendo a educação especial em uma perspectiva da
inclusão, foi sancionada uma lei que legalizava o atendimento educacional
especializado nas salas de recursos multifuncionais como estratégia para
fornecer o atendimento para alunos com necessidades educacionais especiais,
utilizando estratégias de aprendizagem, evidenciando um novo fazer pedagógico,
onde venha a favorecer a construção de conhecimentos pelos alunos,
subsidiando-os para que desenvolvam o currículo e participem da vida escolar,
tendo assim um olhar a mais, com teor pedagógico e procurando vencer as
barreiras externas que as vezes as deficiências causam ao potencial humano.
De acordo com o Brasil (2010),
o atendimento
educacional especializado é um serviço da educação especial que: “identifica,
elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as
barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades
especificas “( SEESP/MEC,2008).
O professor de AEE possui um papel muito importante
no contexto educacional inclusivo, pois ele é responsável em fazer a ponte
entre o aluno que apresenta necessidades educativas especiais e o professor da
sala de ensino regular, também propícia ao aluno recursos e estratégias
pedagógicas específicas (adaptação curricular, adaptação de materiais) a cada
aluno e a cada deficiência, sempre valorizando as habilidades e competências
que esses alunos apresentam. Dessa forma o professor de AEE não se detém a
deficiência, mas sim as potencialidades dos alunos, valorizando cada ação e
progresso referente às situações de aprendizagens, na conquista da autonomia do
aluno nas situações das atividades de vida diárias e etc.
O estudo de caso tem uma relevante importância para
o trabalho do professor de AEE, pois ele serve como referencial, onde traz todo
o histórico do aluno, no estudo de caso encontramos toda a trajetória do aluno,
desde seu nascimento, família, deficiência, seu desenvolvimento infantil, seus
aspectos cognitivos, referentes a sua aprendizagem, suas dificuldades, seu
comportamento social, afetivo. É através do estudo de caso que o professor de
AEE consegue fazer um estudo minucioso sobre os alunos específico e a partir dele,
fazer seu plano de AEE, tendo o objetivo de nortear todo o trabalho de
atendimento, visando o melhor desenvolvimento do aluno, priorizando as suas
potencialidades, suas habilidades e suas competências. Nele o professor de AEE
vai especificar as atividades a serem realizadas com os alunos, sempre levando
em consideração o que o aluno é capaz de fazer, nunca focando a deficiência,
mas na habilidade e potencial do aluno.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Pesquisa sobre a Inclusão escolar no município de Pacajus
PESQUISA
SOBRE A INCLUSÃO ESCOLAR E A OFERTA DO AEE NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA
Nome do Cursista: SILVIA HELENA VIANA DA SILVA FALCÃO
Número da Turma: 22 D
Estado / Município Polo: FORTALEZA
Estado / Município Abrangência: PACAJUS
Nome da Escola: CENTRO DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE PACAJUS
Estado / Município da Escola: CEARÁ/PACAJUS
Data(s) da realização da pesquisa: 05/05 A 08/05
DADOS
SOBRE O MUNICÍPIO
1.
Quantas salas de recursos multifuncionais existem em seu Município?
|
1.( )
|
2.( )
|
3.( )
|
4.( )
|
5.( )
|
Mais
que 5.( X ) Quantas? 12
|
2.
Este número é suficiente para atender à demanda?
Sim
( ).
Não
( X ). Quantas salas faltam? 05
3.
Em média, quantos alunos são atendidos em cada sala de recursos multifuncional no
seu Município?
|
Menos
de 10.
|
( )
|
|
|
Entre
10 e 20.
|
(
X )
|
|
|
Mais
de 20.
|
( )
|
Quantos?
12
|
4. O que define a
organização do AEE oferecido nas salas de recursos Multifuncionais do seu
município?
|
·
A formação dos professores em uma
deficiência específica (intelectual, física, entre outras).
|
( )
|
|
·
A formação do professor específica
para o AEE.
|
(X )
|
|
·
A demanda de alunos.
|
(X)
|
|
·
Outros. Especifique: __________________
|
( )
|
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